Saudades e cavalos-marinhos.

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Hey Johnny, não é mole não…
A estrada encurta, engole
E te mostra a solidão.
O que te desanda e o que te faz
tentar andar sem olhar pra trás…
(Buscar a paz)

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Hey Johnny, eu já vi
o que te busca, o que te sonha
e o que te ri.
O que te saboreia e te envenena…
o que te venera e te encandeia
(o que te exaspera e te semeia).

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Hey Johnny, vamos seguir
cada tijolo amarelo ao avesso
a estrada que sempre quis.
Na bagagem alguns sonhos
nuvens roxas, lápis de cor…
Alguns momentos bons e ruins
que nos asselham, que nos regeneram
E que nos tornaram esses daqui
(o que seremos e o que sonhamos).

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3 Responses to “Saudades e cavalos-marinhos.”

  1. Valney says: |

    Se este comentário aparecer:
    Viu? Acho mesmo que poesias nem sempre são comentáveis .-.

    Se não, nada acontece. \o/

  2. Johnny says: |

    Precisa dizer que eu amei o post?!
    Embora a estrada encurte, mude as cores do tijolo, ou coisa do tipo – eu nunca vou esquecer o caminho que percorremos e o que ainda podemos percorrer…
    Lembra quando um dia a gente achou que seria fácil – nunca ficou… essa que é a graça!

    ^^

    Saudades eternas!

  3. Valney says: |

    Só após ver o comentário do jão percebi o quão simples e profundo é esse post. Valney noob hein?!

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